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"Lugar esquisito é a privada, onde todo covarde faz força e todo valente se caga."

sábado, 30 de janeiro de 2010

História de bandas - Otep



Otep é uma banda estadunidense de Death metal/Nu metal formada em 2000, que também foca outros gêneros experimentais como o rapcore.

História
A banda foi formada em Los Angeles em meados de 2000. Após oito meses, uma apresentação assistida por Sharon Osbourne foi o suficiente para a banda participar no terceiro palco do Ozzfest em 2001, antes mesmo de ter contrato com uma gravadora. A banda também participou do festival em 2002 e 2004. O som experimental da banda foi logo descrito como nu metal, e também ao Death Metal por ser mais agressivo do que o nu metal costumava apresentar. Baseado em sua apresentação, o grupo fechou contrato com a Capitol Records, resultando no álbum de estréia Sevas Tra (2002). Na época a banda consistia na vocalista Otep Shamaya, no guitarrista Lee Rios, no baterista Doug Pellerin e no baixista Evil J McGuire.

Seu segundo álbum, House of Secrets, foi produzido por Greg Walls (que também trabalhou com The Deftones) no Rocket Carousel Studios em Los Angeles, e lançado no final de 2003.

No final de 2006 a banda estava em turnê pela América do Norte promovendo seu terceiro álbum.


Integrantes

Formação atual
Otep Shamaya - vocal (desde 2001)
Evil J. McGuire - baixo (desde 2001)
Aaron Nordstrom - guitarra (desde 2007)
Brian Wolf - bateria (desde 2007)

O homem invisível



Cientistas fazem objetos desaparecer. E querem mais

O que você faria se pudesse ficar invisível? Vá pensando, porque isso pode acontecer logo. Cientistas da Universidade Duke, nos EUA, fizeram um objeto sumir da tela de um radar no laboratório. E mais: indicaram que, com a mesma técnica e um pouco mais de tecnologia, poderiam torná-lo invisível para os nossos olhos também. O segredo é cobrir o objeto com um manto especial, revestido de milhares de pecinhas de cobre, tipo um chip de computador. Esse manto tem o poder de desviar as ondas de radar que passam por ele. Sabe quando tem uma pedra no meio do rio? Então: a água contorna o obstáculo e segue o caminho dela. O manto, no caso, faz com que ondas eletromagnéticas (como as de radar e as de luz) se comportem igual à água. Quer dizer: se você vestisse a coisa, essas ondas passariam por você como se tivessem atravessado um espaço vazio. E pluft: você fica 100% invisível. Por enquanto, a técnica só funciona com ondas de radar por um motivo simples: as pecinhas de cobre do manto têm de ser menores que as ondas para tudo funcionar. Como as de radar têm 3 centímetros de comprimento, é só fazer peças nessa escala. Já as ondas de luz visível são menores que 1 milésimo de milímetro. Desse jeito, as peças teriam de ser nanométricas (quase tão pequenas quanto átomos). E esses componentes não existem. Mas o físico David Smith, líder do time, está confiante. “Com os avanços tremendos da nanotecnologia, isso deixará de ser problema”, disse à super.

Se os ETs existem, por que não fazemos contato?



A galáxia é absurdamente grande. O Universo, então, nem se fale. A vida inteligente deve estar por todo lado. Quer dizer, deveria.

Os números são avassaladores. Existem cerca de 200 bilhões de estrelas na Via Láctea. E a Via Láctea é apenas uma de centenas de bilhões de galáxias em todo o Universo observável. Aparentemente, os elementos essenciais à vida estão disponíveis de forma abundante em todo o Cosmo. Como não acreditar que existem formas de vida alienígenas? Ao ouvir tudo isso de seus entusiasmados colegas durante o almoço, o físico ítalo-americano Enrico Fermi perdeu a paciência: “Está bem, está bem. Mas, se é assim, então onde estão eles?!”

“Com essa simples pergunta, ele condensou um grande problema para a Seti [sigla inglesa de busca por inteligência extraterrestre]”, afirma David Grinspoon, do Southwest Research Institute, no Colorado (EUA). A pergunta de Fermi foi feita em 1943, e até hoje os cientistas não encontraram resposta convincente – o que é sempre um embaraço para os pesquisadores que tentam encorajar o financiamento do uso de radiotelescópios para procurar sinais de rádio emitidos por civilizações alienígenas. O paradoxo de Fermi, como acabou ficando conhecido, evoca muitas reflexões, algumas não muito animadoras, a respeito da vida inteligente no Universo.

A hipótese da raridade

Como gostava de lembrar o saudoso astrônomo americano Carl Sagan, ao defender as contínuas “escutas” em busca de sinais extraterrestres, “ausência de evidência não é evidência de ausência”. Verdade. Mas pode muito bem ser evidência de raridade.

Hoje, muitas das estrelas mais próximas da Terra já foram analisadas com os radiotelescópios mais poderosos que temos por aqui e nenhuma sinalização artificial foi detectada. É bastante provável que não exista, pelo menos nas vizinhanças cósmicas, alguém com capacidade de transmitir sinais para nós. As civilizações que estão por aí, por serem muito raras, acabariam surgindo muito distantes umas das outras, de modo que a comunicação por rádio se tornaria virtualmente impraticável.

A hipótese da autodestruição

Durante os anos 40, o físico americano Philip Morrison trabalhou no Projeto Manhattan, que criou as primeiras bombas atômicas. Em 1959, em parceria com Giuseppe Cocconi, ele foi o primeiro a sugerir que a melhor forma de “telefonar” para os ETs seria com sinais de rádio, numa freqüência específica. A ironia é que Cocconi teve essa idéia só depois de criar a bomba.

Até agora, mais de meio século após a detonação das primeiras armas nucleares, ainda estamos por aqui para contar a história. A pergunta é: até quando? A ausência de sinais alienígenas evoca em alguns a noção de que não há ninguém lá fora porque, no momento em que uma civilização tem meios para procurar outras no Cosmos, ela também tem formas de se autodestruir. E que, supostamente, cedo ou tarde, ela acabaria caindo na tentação de usar esse arsenal.

A hipótese da tv a cabo

Desde o início da era dos satélites de comunicação, temos usado nossos transmissores para enviar sinais para o espaço. Ficou claro, no século 20, que essa também é a melhor forma de tentar nos comunicar com outras civilizações – e também que elas poderiam detectar nossa presença se tivessem como sintonizar suas antenas para acompanhar nossos programas.

Só que isso talvez seja apenas um viés criado pela época em que vivemos. Hoje, por exemplo, as transmissões via satélite estão sendo trocadas por sinais via cabo. Será que os ETs também não descobriram que havia meios mais fáceis de trocar sinais entre si? Será também que, depois disso, concluíram que havia formas melhores de se comunicar com o espaço? Há quem diga que sinais de laser ou outros meios podem ser melhores que sinais de rádio para um chat interestelar.

4,2 anos-luz é a distância entre a Terra e Proxima Centauri, a estrela menos distante de nós – a qual pode ser inabitável.

Por que os meteorologistas erram tanto?



Ok, a gente está sendo injusto. Como todos que são fiscalizados com muita atenção – a barriga das celebridades, o técnico da seleção –, a previsão do tempo tem seus deslizes supervalorizados. A verdade é que ela melhorou muito, passando de 50% de acerto há 25 anos (o equivalente a tirar cara ou coroa) para atuais 90% de precisão para hoje e amanhã. Mas os 10% restantes lembram que a meteorologia não é uma ciência exata. Tanto que o último passo do processo é justamente um chute – baseado em cálculos complexos e análise exaustiva de milhares de informações, mas um chute, fruto do feeling do meteorologista.

A lógica da previsão do tempo ainda é a mesma de quando ela surgiu, no século 19: coletar o maior número de dados sobre o clima, no maior número de lugares e horários possível, e extrair deles o melhor prognóstico. A diferença está nas novas formas de coletar dados (aviões, radares etc.) e compartilhá-los (internet). Além disso, surgiram as previsões numéricas, modelos matemáticos complicadíssimos que simulam o clima. “Foi uma revolução. Com essas equações, pode-se obter projeções seguras para o futuro”, explica Lincoln Muniz Alvez, meteorologista do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), órgão federal responsável pela maior parte das previsões que você vê na mídia brasileira.

Com dados meteorológicos e modelos matemáticos na mão, basta alimentar os supercomputadores que eles dizem na hora se vai chover ou não, certo? Não. Devido à natureza literalmente caótica do clima, o máximo que o computador oferece são probabilidades.

Cabe ao meteorologista analisar os cenários e, levando em conta sua experiência e conhecimento da região, usar seu feeling para eleger a previsão mais confiável.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A história de um homem que tem fobia de passar por portas



by

Qual a origem dos nomes no rock?



Beatles
Tanta gente perguntava a origem do nome para John Lennon que cada vez ele inventava uma história diferente. A mais aceita é que o primeiro nome, The Beetles ("Os Besouros"), foi inspirado na banda The Crickets ("Os Grilos"). O "a" veio depois, por idéia de Lennon, que gostou do trocadilho com beat (ritmo, batida).

Guns n´Roses
Axl Rose teve uma banda chamada Hollywood Rose até 1985, quando formou outra com o guitarrista Tracii Guns, do L.A. Guns. O nome escolhido para o novo time foi uma mistura dos dois anteriores. Tracii só serviu para batizar a banda, pois logo deixou o grupo para dar lugar ao cabeludo Slash.

AC/DC
Angus e Malcolm Young se inspiraram na máquina de costura da irmã deles, que tinha a inscrição AC/DC (corrente alternada/corrente contínua, que indica que o aparelho funciona tanto na tomada quanto com bateria). Eles não sabiam que a sigla também é uma gíria para bissexuais.

Rolling Stones
Rollin’ Stone era o nome de um blues de Muddy Waters, ídolo do guitarrista Brian Jones, que decidiu botar o nome da música (cuja letra dizia que "pedra que rola não cria musgo") na banda. O "g" veio anos depois, dada a insistência de um empresário em prol do inglês correto.

Led Zeppelin
Keith Moon, baterista do The Who, disse a Jimmy Page que a banda dele iria voar como um balão de chumbo. Daí o nome "zepelim de chumbo", lead zeppelin. Depois Page tirou o "a" para que os fãs do grupo não pronunciassem "lid" – som que lead tem quando significa liderança.

Foo Fighters
Na 2ª Guerra, os pilotos americanos freqüentemente viam bolas de fogo e objetos não identificados enquanto sobrevoavam a Europa. Eles chamaram aquelas coisas de foo fighters: foo era o jeito americano de dizer as palavras francesas feu ("fogo") ou fou ("louco").

Ramones
Pura inspiração nos Beatles. Paul McCartney usava o nome Paul Ramon para evitar a imprensa quando dava entrada em hotéis. O baixista Douglas Colvin gostou da idéia, mudou seu nome para Dee Dee Ramone e convenceu os colegas a fazer o mesmo.

Limp Bizkit
Há duas teorias não confirmadas, cada uma com um significado da palavra limp. Na primeira, ela significa "mole", e o biscoito mole seria o cérebro do vocalista Fred Durst sob efeito da maconha. Mas a palavra também significa "manco", como um cachorro de Durst que se chamava Biscuit – a outra possível inspiração.

Sex Pistols
O nome da banda punk inglesa foi idéia do seu empresário. Malcolm McLaren se inspirou na sua butique de roupas, a Sex, e pensou que ficaria legal estender a marca para o nome da banda, acrescentando a palavra "pistola" para dar uma conotação ainda mais fálica àquele sexo punk.

Legião Urbana
Depois do fim da banda Aborto Elétrico, Renato Russo começou a tocar com o baterista Marcelo Bonfá. Antes de Dado Villa-Lobos aparecer, a idéia dos dois era revezar guitarristas e tecladistas para completar a banda. Uma legião de músicos, no caso.

Os Replicantes
No filme Blade Runner (1982), replicantes eram os andróides criados como réplicas dos humanos que acabavam se revoltando contra seus criadores. História perfeita para a banda punk gaúcha, numa época em que o filme com Harrison Ford era a coisa mais modernosa do mundo.

Paralamas do Sucesso
A banda de Herbert Vianna poderia se chamar As Plantinhas da Mamãe ou As Cadeirinhas da Vovó – o grupo ensaiava na casa da avó do baixista Bi Ribeiro. Foi ele que teve a idéia de mudar para Paralamas, que todos acharam curioso e ridículo o suficiente.

Capital Inicial
O nome da banda de Brasília não tem nada a ver com a capital federal. É que, como os músicos do grupo cantavam em festas e baladas só de brincadeira, não tinham dinheiro pra começar uma carreira profissional. Ou seja, faltava o "capital inicial".

Biquíni Cavadão
Quando tocavam músicas de Kid Abelha e Paralamas do Sucesso, o grupo de estudantes adolescentes recebeu uma visita do ilustre Herbert Vianna, que comentou: "Se eu tivesse essa idade, só pensaria em mulher, carros e biquíni cavadão". Daí pegou.

Qual é a melhor universidade do mundo?



Harvard, a mais antiga instituição de ensino superior dos EUA – fundada em 1636 – encabeça os mais respeitados ran kings de escolas superiores (aqui, escolhemos a lista do jornal inglês The Times). Para estudar em Harvard, em Cambridge, estado de Massachusetts, os cerca de 20 000 estudantes pagam em média R$ 78 000 por ano, com direito a plano de saúde e acomodações. A maior dificuldade de entrar lá, no entanto, não é o custo – cerca de 70% dos alunos têm alguma bolsa. Mas, sim, as notas: em alguns cursos, é preciso quase gabaritar as provas do SAT, espécie de vestibular americano. Muito dinheiro, ótimos alunos e dezenas de Prêmios Nobel são ingredientes importantes da receita de sucesso da universidade.

A pegadinha da morte.

A televisão japonesa tem programas bizarros, mas desta vez se superou. O programa Panic Face King, criado pela emissora TBS (Tokyo Broadcasting System, uma das maiores do país), armou a primeira pegadinha da morte: um ataque à mão armada, com direito a várias execuções de mentira. A emissora convidou o apresentador Kato Ayumi para fazer uma reportagem. Ele achava que iria entrevistar dois membros de uma organização criminosa. De repente, um atirador fez vários disparos pela janela - matando os entrevistados e o câmera. Em pânico, Kato se escondeu atrás de um sofá. Entrou na sala um falso policial, que trocou tiros com o bandido e revelou a verdade. O vídeo, que foi ao ar em outubro, acabou caindo na internet - e gerando escândalo pelo mundo. "Nós nunca faríamos isso. Até me arrepiou", diz o ator Ivo Holanda, 74 anos, o pioneiro e rei das pegadinhas no Brasil. Mas os produtores japoneses não estão nem aí. Um dos programas de maior audiência no país é o Batsu Game ("jogo do castigo"), que é puramente sádico: os participantes levam tapas na cara, chicotadas, surras com lápis gigantes de borracha ou tiros de dardo no bumbum.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Comercial para maiores de idade

Sul-africana de 91 anos é multada por dirigir a 113 km/h



Limite de velocidade na estrada é de 100 km/h.
Daleen Moll disse que 'dirige rápido, mas com segurança'.

Aos 91 anos, a sul-africana Daleen Moll foi multada por excesso de velocidade em Joanesburgo, na África do Sul. Ela foi flagrada a 113 km/h em uma estrada em que o limite de velocidade é de 100 km/h, segundo a emissora de TV "News24".

Daleen disse que estava dirigindo um pouco mais rápido, porque estava com pressa para chegar a Port Shepstone, na costa sul. "Estava quente e nós queríamos chegar ao mar", disse ela, acrescentando que "dirige rápido, mas com segurança".

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Robert Johnson - O Músico que vendeu sua alma ao Diabo.



Reza a lenda que Robert Johnson ficou à espera em uma encruzilhada, com seu violão na mão, em uma noite de lua nova. Quando deu meia noite, o diabo em forma de homem apareceu e afinou o seu violão. Desde então todos que escutavam suas músicas ficavam encantados.

Johnson costumava tocar quase que de costas para o seu público. As pessoas então diziam que ele fazia isto para esconder o olhar do diabo que surgia para auxiliá-lo.

Foi Envenenado veio a morrer três dias depois, sofrendo dores estomacais horríveis durante esse tempo. Isto explicaria em parte as histórias que contam dele antes de morrer, andando de quatro e uivando como um cachorro, animal muitas vezes associado com o demônio.

Hacker diz ter desbloqueado PlayStation3



Um hacker americano, famoso por quebrar o código do aparelho de telefone celular iPhone, da Apple, ainda adolescente, disse à BBC que teria hackeado o PlayStation 3 da Sony.

eorge Hotz disse que ainda trabalha para aprimorar a técnica mas que irá divulgar os resultados em breve na internet. Seu ataque permite usar jogos piratas ou softwares caseiros no PS3, considerado o único jogo de consoles que ainda não havia sido hackeado com sucesso, apesar de estar no mercado há três anos.

"Ele é supostamente impossível de se hackear, mas nada é impossível de se hackear", disse Hotz.

Curiosidade
O americano afirma que levou cinco semanas para quebrar o código do PS3. Ele diz ter começado a estudar o sistema durante três semanas em meados do ano passado. Outras duas semanas no final do ano foram usadas para completar o ataque.

Hotz diz que hackeou o PS3 usando 5% de hardware e 95% de software. "Você pode usar o hardware para injetar alguma insegurança no sistema e depois explorá-la", afirma.

Ele diz ter sido motivado por curiosidade já que "honestamente, nunca joguei PS3".

Um porta-voz da Sony disse que a empresa investiga a alegação e que ela irá se pronunciar uma vez que tiver mais informações.

Hotz tornou-se famoso em 2007, quando estava com 17 anos, ao abrir o código do iPhone, permitindo que o telefone pudesse ser usado por qualquer operadora e não apenas pela americana AT&T nos EUA.

Ele tem publicado desde então detalhes de outros hacks.

O que é máfia?



Ideologia e negócios diversificados distinguem mafiosos de outras quadrilhas

Máfia do apito, da sentença, da pirataria... Toda vez que pessoas se reúnem para cometer crimes, logo aparece alguém chamando aquele grupo de máfia. Mas nem toda associação criminosa deve ser classificada assim. A siciliana Cosa Nostra é uma máfia, mas os cartéis colombianos não são. A japonesa Yakuza também é máfia, mas os bandidos do Comando Vermelho ou do PCC não podem ser considerados mafiosos.

Toda máfia tem ao menos uma característica que a distingue de outras quadrilhas. Para começar, ela geralmente está fundamentada numa cultura e numa ideologia que lhe permitem sobreviver à morte ou à prisão de seus integrantes. Tomem-se como exemplo as máfias italianas, cujos membros sempre se autodenominaram “homens de honra”. Todas elas continuam em plena atividade, apesar da forte repressão policial desde a década de 1980 e da recente prisão de alguns de seus chefões. Por outro lado, uma quadrilha como a chamada “máfia dos sanguessugas” – que escandalizou o Brasil em 2006, com um esquema de compra irregular de ambulâncias – desaparece assim que o grupo é desbaratado.

Outra característica das máfias é o que se pode chamar de “bom relacionamento” com a comunidade ao redor. O mafioso compra o respeito dos mais pobres com pequenos favores. Na outra ponta, também se aproxima dos mais ricos, mantendo negócios com eles. Por fim, inclui em sua folha de pagamento políticos, juí­zes e policiais. Pronto: está erguida a blindagem que faz de toda máfia uma organização criminosa das mais difíceis de serem combatidas.

Para manter sua longevidade, as máfias devem ser capazes de atuar em diferentes negócios ao mesmo tempo – das atividades ilegais aceitas pela população, como jogo e contrabando, ao tráfico de drogas, armas e seres humanos. Esta talvez seja a característica que mais diferencia uma autêntica máfia de cartéis colombianos e traficantes brasileiros. Por mais que sejam poderosos e bem-organizados, que tenham políticos e juízes no bolso ou contem com o apoio da comunidade, essas quadrilhas têm apenas uma fonte consistente de receita: o tráfico. Em tese, são mais fáceis de identificar e combater.

De todos os traços que distinguem as máfias de outras organizações, a mais fascinante – e, por isso mesmo, a mais explorada no cinema e na TV – é a estrutura hierárquica rígida, semelhante à de uma família patriarcal. Os que estão na base dessa estrutura devem se submeter com humildade e obediência aos que estão no topo. O resultado é uma militância apaixonada, com ritos de passagem e códigos internos que ajudam a manter a organização coesa e impenetrável. Um desses códigos é a lei do silêncio, ou omertà. Ela impede que o mafioso entregue um comparsa ou revele segredos à Justiça, ainda que submetido à mais rigorosa das penas.

O boxeador contra Hitler



Max Schmeling foi a glória da Alemanha nazista ao ganhar o cinturão mundial de boxe. Na moita, ele ajudava judeus a fugir do extermínio.

Kristallnacht, a terrível “Noite dos Cristais” de 8 de novembro de 1938. Tropas nazistas massacravam milhares de judeus por toda a Alemanha. Nas ruas de Berlim, reinava o terror. Num quarto do Hotel Excelsior, o boxeador Max Schmeling estava apreensivo. Alguém bateu na porta. Era o amigo David Lewin.

– Onde estão os garotos? – perguntou Max.

– Estão aqui – respondeu David, um próspero comerciante judeu. De trás dele, agarrados ao sobretudo negro, surgiram então os rostos assustados de seus dois filhos: Werner e Henri.

– Eu tomo conta deles – disse Max.

O pugilista escondeu os meninos e conseguiu que eles fugissem – Werner e Henri terminariam fixando residência nos EUA. Esse foi apenas um dos gestos humanitários de Max.

Por ironia, Max Schmeling era um ídolo na Alemanha do 3º Reich. Foi campeão mundial dos pesos pesados em 1930 e 1931. Em 1936, com Adolf Hitler já no poder, derrotou o até então invencível americano Joe Louis. A alegria de Hitler durou pouco: o lutador se recusou a entrar para o Partido Nazista. Também negou-se a demitir o seu agente americano, Joe Jacobs, de origem judaica.

Em junho de 1938, Max perdeu a luta de revanche para Joe Louis, transmitida pelo rádio a toda Europa e EUA direto do Yankee Stadium, em Nova York. O americano deslocou uma vértebra de Schmeling e lesionou um dos seus rins. Hitler, furioso, mandou interromper a transmissão em território alemão. No fim daquele ano, os espiões da SS descobriram a ajuda do pugilista aos garotos judeus. Foi a gota d’água. Quando a guerra começou,s em 1939, Hitler enviou Max como pára-quedista em missões suicidas. O boxeador, porém, sobreviveu uma missão após outra.

Quando Hitler beijou a lona, com o fim da 2ª Guerra, outra luta começou para o campeão. Modesto, nunca disse a ninguém ter ajudado os filhos de Lewin e carregou o estigma de ser um queridinho do führer. Em 1989, porém, Henri Lewin, que se tornara empresário do ramo hoteleiro em Las Vegas, convidou Max à cidade e revelou a uma platéia comovida: “Se não fosse por ele, eu e meu irmão estaríamos mortos”. A vitória final de Max Schmeling veio com um tapa de luvas de pelica.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Mundo Canibal - Sangue no Zóio

sábado, 23 de janeiro de 2010

História de bandas - Nonpoint



Nonpoint é uma banda de New Metal dos Estados Unidos formada em Fort Lauderdale, Flórida em 1997. A banda é composta por Elias Soriano (vocal), Andrew Goldman (guitarra), Kenneth “KB” Charman (baixo) e Robb Rivera (bateria).

Britânico é banido de parque por simular sexo com árvore



Em audiência na terça-feira, William Shaw alegou inocência.
Ele foi proibido de entrar no Central Park, atração de Airdrie.

O britânico William Shaw, de 21 anos, foi proibido pela Justiça de entrar em um parque em Airdrie, na Escócia, após simular um ato sexual com uma árvore, segundo reportagem do jornal inglês "The Sun".

De acordo com a polícia, o jovem tirou a roupa e, depois, simulou fazer sexo com a planta no Central Park, atração turística da cidade, em setembro do ano passado. Ele foi acusado de exposição indecente.

Em audiência na terça-feira, Shaw alegou inocência. O chefe de polícia Frank Pieri aceitou liberar o jovem sob fiança, desde que ele ficasse longe do Central Park.

Essa não é a primeira vez que um incidente envolvendo sexo bizarro ocorre na Escócia. Em 2007, Steven Marshall admitiu que simulou fazer sexo com uma calçada em Galashiels.

Americana de 136 kg mata namorado de 54 kg ao sentar em cima dele em briga.



Casal morava junto em Cleveland, Ohio, e tinha três filhos.
Mia Landingham disse que não teve a intenção de matar.

A norte-americana Mia Landingham, de 136 kg, foi condenada nesta semana por ter matado seu namorado Mikal Middleston-Bey, de 54 kg, após sentar sobre ele durante uma briga.

Segundo a polícia dos EUA, o crime ocorreu em agosto passado.

Durante a briga, Mia sentou em cima de Mikal e acabou matando-o involuntariamente. O casal morava junto e tinha três filhos.


Mia recebeu uma sentença de três anos de liberdade condicional e 100 dias de serviço comunitário. Ela saiu da prisão imediatamente depois do julgamento, na quarta-feira (20).



Seu advogado argumentou que ela havia sido vítima de abuso doméstico durante um bom tempo. Ele pediu clemência à corte e lembrou que a acusada não tinha antecedentes criminais.

Ela disse que não teve intenção de cometer o crime. Mia disse que sentia por ter esmagado o pai de seus filhos.

"Eu só queria dizer que eu sinceramente sinto muito por esta situação", disse à TV local. "Eu queria poder trazê-lo de volta."

Uma irmã da vítima reclamou da sentença. "Você basicamente senta em cima de alguém e mata e fica em liberdade condicional? Isso é justiça?", argumentou.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Se os tradutores de filmes fossem baianos



Uma Linda Mulher – Piriguete gostosa pa porra.

Quem Vai Ficar Com Mary? – Quem Vai Lascar Maria Em Banda?

Riquinho – Barãozinho

Velocidade Máxima – O Buzú Avionado

Os Bons Companheiros – Os Corrente

O Paizão – O Grande Painho

A Morte Pede Carona – A Misera Quer Pongar

Ghost – O Encosto

O Poderoso Chefão 1 – ACM

O Poderoso Chefão 2 – ACM Júnior

O Poderoso Chefão 3 – ACM Neto

O Exorcista – O Lá Ele

Táxi Driver – O Taquiceiro

Corra Que A Policia Vem Aí – Se Pique Que Os Homi Tão Descendo

O Senhor dos Anéis – O Coroa Dos Balangandan

Janela Indiscreta – Vizinho Na Cócó

Velozes e Furiosos – Ariscos e Virados No Estopô

Esqueceram de Mim – Me Crocodilaram

Forrest Gump – O Culhudeiro

Clube da Luta – Os Comedor de Pilha

O Cavaleiro das Trevas – O Jagunço do Breu

Cidade de Deus – Bairro da Paz

Galera isto não é discriminação com o povo baiano, é só bom humor!!!

sábado, 16 de janeiro de 2010

A ciência de matar moscas.



Por que é tão difícil matar uma mosca? Depois de 20 anos estudando esse inseto, um pesquisador do Instituto de Tecnologia da Califórnia chegou à resposta: a mosca é craque em física. Quando você tenta bater nela, ela mede a velocidade e o ângulo de aproximação da arma (que pode ser a sua mão, um chinelo ou até mesmo esta revista) e usa essas informações para calcular onde o golpe vai cair. Aí, ajusta o corpinho e sai batendo asas para outro lado. Tudo isso em apenas 0,3 segundo, ou seja, muito mais rápido do que você consegue desferir o golpe. "Não tente acertar a mosca na posição em que ela está [pousada]. O melhor é mirar um pouco à frente, para tentar antecipar aonde ela vai pular", explica o professor Michael Dickinson, autor do estudo. Segundo ele, a mosca consegue reagir tão rápido porque possui um mapa neural - espécie de atalho no cérebro - especializado em controlar esse tipo de movimento. E entender como ele funciona pode ajudar, um dia, a compreender melhor a mente humana. "O objetivo da minha pesquisa não é [apenas] descobrir um jeito melhor de esmagar moscas", afirma Dickinson.

Documento único vira realidade



Já imaginou ter, num mesmo documento, todos os seus registros? A partir de 2010, essa ideia começa a virar realidade. O governo brasileiro dará início à criação do Número Único de Registro de Identidade Civil (RIC), que deve substituir alguns dos documentos que a gente odeia levar na carteira, como RG e CPF. O RIC terá o formato de um cartão de banco com chip, que cadastra o nome, idade, sexo, nacionalidade, filiação, naturalidade, data de nascimento e CPF de seu portador. A cor da nova identidade também vai mudar – em vez de verde, será azul clara.

A médio prazo, os planos para o RIC são grandes: a nova identidade deve agrupar também os números de carteira de habilitação, carteira de trabalho e título de eleitor. O governo está prevendo que 2 milhões de RICs sejam emitidos em 2010. Tudo isso para evitar fraudes e duplicidade de documentos, que custam 15 bilhões de reais ao governo por ano.